quinta-feira, 19 de maio de 2011

Olhos fechados


Têm coisas que eu prefiro não ver...
Têm fotos que não deveriam ter sido postadas...
Têm coisas que me fazem arder de ciúmes e o que eu posso fazer, nada...somente ficar calada!
Ah, se eu pudesse questionar, se eu pudesse falar, se eu tivesse alguém que me defendesse!
Essas pessoas fazem isso pra me humilhar, me provocar...e eu devo ficar calada!
Mas Deus me diz, fica calma...vai dar tudo certo!
Embora não pareça, mas eu sei que um dia eu vou surpreender á todos, inclusive aquelas que neste momento estão rindo de mim, e exibindo suas fotos...
Pode deixar...eu sei Quem vai me defender!
Já aconteceu isso uma vez...e tenho certeza que vai acontecer denovo...
O Deus que eu sirvo não me deixa ser humilhada, então nesses momentos...eu prefiro fechar meus olhos!

domingo, 8 de maio de 2011

Palavras soltas

Na verdade hoje eu não tenho um tema específico para descrever, nem tenho um algo muito importante para pôr aqui. Hoje escrevo por falta de assunto.
Tem dias que não conseguimos passar para o papel o que estamos pensando, nossos conceitos, palavras, gestos. Li tanta coisa e ao mesmo tempo não foi nada.
Foram vários temas, alguns deles me despertaram, outros trouxeram o passado, memórias, lembranças, cicatrizes que deveriam ter sido esquecidas.
Melhor deixar pra lá...
Hoje eu quero deixar de viver a minha dor, de olhar para o meu próprio umbigo e me preocupar com o que Deus quer de mim. Acho que vou ganhar mais assim!
Viver a minha dor, já me fez perder tempo demais...
Não quero mutilar a minha alma, não quero deixar que as dúvidas me sufoquem, não quero trazer sofrimento pra mim...
Não, eu não quero!
Não quero ficar dividida, não quero criar emoções...
As respostas que eu preciso, estão todas dentro de mim...
Cabe a mim ouvi-lás...
Não deve ser difícil...
Eu chego lá...no meu alvo...na minha decisão...
Talvez eu esteja cansada da luta, não posso me deixar levar pelo que as pessoas dizem...
Eu vou ser o que eu quero ser e não o que querem que eu seja...
E é assim que eu vou continuar...
Lutando com a certeza de que a vitória virá..

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vale a pena ler até o final

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer." Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: "Você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane, em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio." Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim." Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: "Pai, está na hora de você carregar a mamãe." Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo."
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar."
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe."
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.

sábado, 23 de abril de 2011

Quando tudo está perdido

Ás vezes somos levados a momentos de solidão, de angústia e de tristeza.
Porém o que fazer quando somos atacados por esses sentimentos atormentadores?
Algumas pessoas recorrem aos vícios, a prostituição e tudo que é contrário á natureza espiritual pensando que o espaço vazia que há em seu coração será ocupado.
Que engano!
Depois de noites e noites em baladas, depois de vária ressacas, ela a sua dor, te atormenta denovo.
São lembranças, mágoas, culpas ou simplismente o passado. É arrebatador.
Se o ser atingido não for forte, ele se renderá á natureza terrena.
Por isso vemos muitos casos de pessoas que se suicidam.
Eu não as condeno, foram vítimas de suas próprias dores...
Mas respondendo á pergunta anteriormente feita...a única solução é buscar resposta, auxílio divino.
Não se isolar, não chorar, e acreditar acima de tudo que no fim tudo vai dar certo.
A luta com certeza não é fácil.
A caminhada é árdua, e tenho certeza que nem todos conseguiram chegar até o fim.
Mas eu te desafio a entrar acompanhado nessa luta com um Mestre.
O nome dele é Jesus, nenhuma luta é perdida quando se está com Ele.
Tente e saberá do que eu estou falando.

Pare de perder tempo...Esqueça essa bagagem pesada e dê um rumo na sua vida...
Até quando você quer sofrer?

sábado, 9 de abril de 2011

Fé para perder!

É exatamente isso!
Fé para perder algo que você estima muito..
Deixe-me contar minha experiência..
Eu sempre entreguei minha vida para Jesus, porém essa pérola ainda estava escondida, ainda tinha algo que eu precisava entregar e no fundo eu sabia o que era..Ah, sabia!
Mas eu relutava..
Até que nesse Jejum de Daniel não teve como fugir, eu tive que entregar,caso eu quisesse uma transformação. Mas era difícil..
Eu queria entregar mas ao mesmo tempo dentro de mim eu não confiava.
Como estava sendo duro..
Até que eu entreguei á Deus...e só assim o Espiríto Santo tomou minha vida por completo.
100% sem reservas...a sensação foi maravilhosa...
Eu tive que ter fé para perder, perder quem eu amava!
Mas o sacrificio vale a pena..
E o amanhã, pertence á Ele..
Tudo o que nos faz mal, devemos entregar á Ele, tudo mesmo!
Ele sabe cuidar muito bem de nós.
E vai prover nossas necesssidades.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ele virá...

Não tenho dúvidas que estamos vivendo os últimos dias.
As evidências nos mostram isso!
Por isso eu verifiquei que mais do que nunca devemos guardar nosso coração, nossa fé, pois virão fatos, pessoas, que se não vigiarmos "apodrecerão" nossa Fé...
É muito triste vermos o mal tentando atingir aqueles que são escolhidos por Ele, e mais triste ainda é ver os escolhidos deixarem faltar o azeite.
Eu sei que a luta constante da vida não é fácil, por vezes choramos, sorrimos, desacreditamos, porém nesses últimos dias o objetivo do mal é única e exclusivamente de nos tirar da presença de Deus.
Lembremos que mal é esperto, ele não vai aparecer numa situação em que você possa facilmente identificá-lo.
Pelo contrário, ele vai aparecer quando você menos esperar.
Portanto vigiemos em todos os lugares, principalmente dentro da igreja...
Que o Espírito de Deus nos guie e abra nossos olhos.
Guardando minha fé até os últimos dias...
Pois eu creio que Ele virá ao nosso encontro..
Está cada vez mais próximo!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Espírito Santo

Eis me aqui, meu Senhor...
Ah...que dia Meu Amor...!
Dia em que te verei, dia em que poderei me declarar e me deleitar em Ti...
Dia em que encontrarei meu Salvador!
Santo e puro és...
Finalmente te encontrei meu Amor...